domingo, 11 de março de 2012

Mudando paradigmas na educação...


A educação pode ser vista em duas vertentes, uma econômica e outra cultural: A primeira enfatiza a idéia de educação dos filhos para assumir lugares na economia do século XXI. A segunda é cultural e discute a forma de educar os filhos para que tenham uma percepção de identidade cultural e se situem enquanto pertencentes à comunidade local. 


vídeo:  
“MUDANDO PARADIGMAS NA EDUCAÇÃO”
capturado em 10/03/2012

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Análise de respostas sobre a entrevista de Laymert Garcia

Entrevista do filósofo Laymert Garcia dos Santos como base de discussão.
Duas questões foram criadas e respondidas, segue uma análise de cada resposta.



Questão 1 –

Um fato previsível nesta cibercultura é a aproximação entre as diversas culturas, no que Laymert afirma: “Porque quanto mais diferenças produzir, melhor”.  De que forma a infinidade de culturas pode caminhar ou dialogar na cibernética? Esta mesma idéia é compartilhada por Santaela? Quais aspectos seriam mais evidenciados ou excluídos?
Resposta: Seria o aspecto da contemporaneidade a capacidade de lidar as atualizações a partir da informação da cada realidade.
Análise:
A resposta atende em parte o que é solicitado, compreendendo que, em uma mesma questão, três questionamentos são solicitados. A resposta atende mais ao último questionamento “Quais aspectos seriam mais evidenciados ou excluídos?”, deixando a desejar nos primeiros questionamentos.
Resposta mais aproximada:
De acordo com Laymert a realidade virtual provoca uma reconfiguração na própria idéia de cultura e no modo de entender o mundo. O caminho e o diálogo ocorrem de um modo diferenciado ou cibernetizado se comparado com as culturas tradicionais. Para Santaella as mídias possibilitam o surgimento de uma nova realidade onde fica acessível uma infinidade de opções e dispositivos em uma realidade transitória. Evidencia-se em Santaella o surgimento de uma mistura entre linguagens e meios que provocam o avanço e multiplicação das mídias. Laymert clarifica de forma sistemática o surgimento de uma nova cultura dominada pelos aspectos digitais.


Questão 2 –
Laymert  usa a palavra “ruptura” para explicar o impacto dos processos de digitalização da cultura. Santaela prefere utilizar o termo “complementar” quando cita os efeitos da aproximação entre as categorias. Palacios fala do “entranhamento” do digital nas coisas. São palavras diferentes para explicar um mesmo processo? Quais destes pensadores se aproximam mais da idéia defendida por Laymert sobre a cultura cibernética? Explique.
Resposta: Penso que todos eles trabalham com conceitos para universalização da cultura cibernética. Não deixando de definir seus próprios princípios conceituais
 Análise:
A resposta atende um questionamento, mas não responde uma outra argumentação na mesma questão.

Resposta mais aproximada:
Todos eles falam de um novo momento influenciado pela cultura digital. Laymert define a nova cultura como cibernética. Santaela e Palacios também relatam do surgimento de um novo momento cultural influenciado pelas mídias digitais, concordando com as idéias de Laymert. 

Referência Bibliográfica:

SANTOS, Laymert Garcia dos. Entrevista. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN, Sergio (orgs). Cultura Digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. Pp. 285-293

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Aquecimento com Marcelo Tas

                 



Este questionário procura um diálogo e relação a partir da entrevista de Marcelo Tas (apresentador televisivo), publicada no livro Cultura Digital.br, com o texto  de Lucia Santaella, “Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura.”


Para inicio de conversa...

Na sociedade contemporânea percebem-se processos de comunicação e informação permeados pelas tecnologias e diversas mídias. Na entrevista com Marcelo Tas, chama atenção a superestimação e a subestimação da tecnologia.

1 - O entrevistado diz que valorizamos demais o termo digital, quando tudo é cultura. Ao falar sobre isto ele chama a atenção para dois polos, a superstimação e a subestimação da tecnologia. Trace um paralelo entre as ideias do entrevistado com as ideias de Lucia Santaella, no texto discutido em nosso alongamento, quando ela se refere a definição de mídia.
Resposta: A atitude de subestimar a tecnologia traz a possibilidade de uma visão errônea ao considerar o aparelho mais que a própria comunicação que ele proporciona. O outro lado, o de uma valorização extrema, transfere à tecnologia o papel que seria da própria comunicação, ou seja, valoriza-se a ferramenta em detrimento do discurso que ela conduz. Para Santaella (2003) as mídias são apenas formas de se corporificar as linguagens, de movimentá-las. Assim ela coloca a mídia ou meio de comunicação em um plano inferior ao da própria comunicação (mensagem).
2. Temos enfrentado alguns problemas com o Moodle em nossa disciplina e tenho solicitado que usem outras ferramentas disponíveis na Internet para postarem suas respostas. Discuta esta relação com a afirmação do entrevistado: "Inventou-se a motocicleta e a gente fica falando do pneu, do aro, do banquinho e não falar da viagem que a gente tem para fazer com a moto." (pp. 234)

Resposta: A forma de olhar a tecnologia não deve ser apenas como um dispositivo, mas sim, muito mais pelas suas possibilidades comunicativas, que é onde nosso foco de olhar deve se primar. Nosso objetivo não pode ser um estudo aprofundado e detalhado de cada parte da tecnologia, esta não deve ser nossa preocupação, mas sim a transmissão da mensagem que é possível através do aparelho ou dispositivo.

3. O que é relevância e discernimento, defendidos pelo entrevistado.

Resposta: Os espaços criados para a transmissão de idéias e informações, de acordo com Marcelo Tas, se consolidam com o tempo, persistência e permanência dos argumentos, convicções e posições. Nem sempre algo que esteja sendo bem divulgado tem um grau de importância ou relevância elevado. Neste caso é vital o discernimento, sobre o que lhe é apresentado, pois, sem ele o sujeito vai ficar sem um caminho seguro de informações e idéias.

4. Na entrevista Marcelo Tas fala sobre educação, função de professor e a tecnologia. Discuta o pensamento dele, vinculando-o com outro autor da área de educação.

Resposta: No contexto destas tecnologias e diversidades de transmissões de informações e mensagens o professor precisa ser um mediador do conhecimento, ao contrário de um tipo tradicional de educação onde ele era o detentor único do conhecimento. Precisa ocorrer em sala de aula um compartilhamento de informações, idéias e conhecimentos de todos os envolvidos, tanto educandos quanto educadores, com a diferença destes últimos terem a tarefa de mediarem os conhecimentos apresentados e que serão construídos coletivamente. Haidt (2002) dialoga com esta ideia onde afirma que a relação professor-aluno na construção do conhecimento não acontece de forma unilateral, portanto, o professor também constrói o seu conhecimento juntamente com o educando o que levará a uma síntese do saber de cada um (HAIDT, 2002).


5. "Então a gente já vive imerso nesta gelatina de informação e cada pessoa tem o seu filtro, sua maneira de se relacionar com isso." (pp 241). Comente esta afirmação tendo por base a caracterização da cultura digital ou cibercultura em Lucia Santaella.

Resposta: Em meio à uma “tempestade” de informações cada pessoa faz as suas escolhas, o que lhe atrai e se mostra mais interessante, considerando suas vivências e experiências. Neste sentido as mídias possibilitam o surgimento de uma nova realidade onde fica acessível uma infinidade de opções e dispositivos em uma realidade transitória. Estes meios possibilitaram uma forma de recepção em que seus usuários tem diversas escolhas e opções individualizados, criando em realidade um novo público, mais sensível e seleto.

Referências:
HAIDT, Regina Célia Cazaux. Curso de Didática Geral. 7ª ed, São Paulo; Ática, 2003.
SANTAELLA, Lucia. Culturas e artes do pós-humano: da cultura das mídias à cibercultura. São Paulo: Paulus, 2003.

TAS, Marcelo. Entrevista. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN, Sergio (orgs). Cultura Digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. p. 231-241.
Imagens: 
capturadas em 26/01/2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano ...um breve resumo


A autora nos apresenta algumas categorias ou formações culturais, que levam à compreensão da passagem de uma cultura à outra que são: a cultura oral, a cultura escrita, a cultura impressa, a cultura de massas, a cultura das mídias e a cultura digital.
Sinaliza em curso a cultura virtual, mas deixa bem claro que ocorre uma grande junção entre as eras já mencionadas, onde o surgimento de uma não exclui a presença de outra, no que ela chama de um “caldeamento denso e híbrido”. Neste espaço cada era apresenta suas características peculiares.
De acordo com Santaella (2003) ocorre atualmente a continuação de um processo que se iniciou no início dos anos 80 com a intensificação de misturas entre linguagens e meios que provocaram o avanço e multiplicação das mídias. Percebe-se um momento em que a interface computador e as pessoas se voltam cada vez mais para o corpo humano e seus sentidos.
Para marcar as grandes transformações com as novas tecnologias da comunicação nos aspectos psíquicos, sociais e antropológicos surge então o termo pós-humano que tem sido empregado por teóricos da arte e da cultura desde início dos anos 90.

por Jhon Maykel (Especialização em Mídias na Educação)

Texto de referência: SANTAELLA, Lucia. Da cultura das mídias à cibercultura: o advento do pós-humano. Revista Famecos. Porto Alegre. Nº 22. Dez. 2003.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

Brígida Baltar

Baltar, Brígida 
A Coleta da Neblina , 1998 
fotografia 
63 x 94 cm
71 x 102,3 x 5 cm [moldura] 
Acervo Banco Itaú S.A. (São Paulo, SP) 
Reprodução fotográfica Sérgio Guerini/Itaú Cultural






Baltar, Brígida 
A Coleta da Neblina , 2002
fotografia
63 x 94 cm
71 x 102,3 x 5 cm [moldura]
Acervo Banco Itaú S.A. (São Paulo, SP)
Reprodução fotográfica Sérgio Guerini/Itaú Cultural






Comentário Crítico


A obra de Brígida Baltar parte freqüentemente de ações da própria artista, captadas em fotografias ou em curtos filmes silenciosos. No projeto Umidades, desenvolvido entre 1994 e 2001, coleta, em recipientes de vidro, elementos naturais, transitórios e efêmeros, como a neblina, o orvalho e a maresia, em excursões que realiza, por exemplo, à Serra das Araras ou à Serra dos Órgãos, no Rio de Janeiro. Para o crítico Moacir dos Anjos, nessas coletas a artista explora a memória e a afetividade geradas no evento, como as lembranças de odores, da temperatura, dos sons e mesmo de sentimentos, como prazer, medo ou melancolia. Entretanto, para o espectador que conhece apenas as imagens fotográficas geradas por esses procedimentos, essas ações parecem realizar-se fora do espaço e do tempo, inseridas em uma atmosfera de sonho.
O universo feminino e da intimidade doméstica também estão presentes na obra de Brígida Baltar, que inicialmente utiliza materiais retirados da sua própria casa, como tijolos, saibro, poeira e cascas de tinta. Em 2001, apresenta, na 25ª Bienal Internacional de São Paulo, a obra Casa da Abelha, inspirada no universo desses insetos, composta por fotografias, vídeos, desenhos e alguns escritos, retratando a si própria com uma roupa confeccionada para o trabalho, baseada no traçado de uma colméia.

capturado em...

Disciplina poéticas Urbanas

para ouvir silêncios entupidos...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

DIVERSOS OLHARES NO MERCADO ABERTO DE GOIÂNIA



TEXTO FINAL AVALIATIVO




Em um primeiro momento, a escolha da “porta de entrada” aconteceu depois de muita busca, pois, a primeira escolha, uma casa de recuperação, não foi possível, acredito que por desconhecimento completo pelos futuros entrevistados da proposta em questão. Com a escolha feita da porta de entrada, foi realizada a etnografia, que possibilitou um importante diagnóstico da realidade do espaço pesquisado. O próximo passo era a proposta de intervenção a ser realizada no local.
Inicialmente a proposta era utilizar a arte (Pop Arte) na produção de trabalhos que informassem para os freqüentadores do Mercado Aberto de Goiânia sobre questões básicas como, o local dos sanitários e outros espaços. Esta necessidade surgiu do diagnóstico inicial, feito com os sujeitos freqüentadores, que relataram da falta de informação e “educação” de alguns, como exemplo, jogando lixo em locais inadequados.
Partindo desta proposta, foram realizadas conversas informais com muitos comerciantes do local, que falaram que o espaço  é freqüentado também por diversos tipos de pessoas, fora do horário normal de trabalho. Estes relatos despertaram minha curiosidade, um mesmo local com diferentes utilizações.
Com esta inquietação e com a orientação da professora orientadora pude vislumbrar outra poética para a porta de entrada, sendo, neste momento, a busca de uma compreensão, no cotidiano dos diversos grupos do Mercado Aberto de Goiânia, qual a visão/olhar de cada grupo que freqüenta o local em horários diversificados sobre o próprio local em questão.
Os diferentes olhares para um mesmo local. Com este novo direcionamento decidi utilizar como suporte para a poética a arte contemporânea, partindo da utilização da arte com uma postura mais  documental que artística, evidenciada em artistas de Land-art, Happening e Performance para registro  de seus trabalhos.
Dentro desta forma de expressão especificamos o trabalho na tendência contemporânea de Multiculturalismo, que dá expressão a minorias sociais e permite que artistas que vivem em situações excêntricas como em guetos underground, possam documentar imageticamente o seu universo. Dentre os artistas em destaque podemos citar Robert Mapplethorpe (1946 – 1989) e Nan Goldin (1953).
De posse destes referenciais teóricos comecei o desenvolvimento da proposta. A câmera digital foi essencial para a realização. Com ela em mãos e com algumas questões previamente elaboradas, tais como:  “qual o significado do Mercado Aberto para você”; “o que você faz neste espaço”; “você freqüenta este espaço em outros horários”; “sabe o que acontece em outros horários neste local” e por fim, “se este espaço não existisse, faria falta para você”.
Com esses questionamentos as entrevistas foram realizadas, e as respostas foram diversas, muitos disseram que freqüentam por obrigação, pois utilizam o espaço como local de trabalho, destes a maioria não soube responder o que acontece no espaço em outros horários. Em uma resposta afirmativa, disse da utilização em outros horários, à noite, onde acontecem encontros com pessoas que se drogam, atitudes estas que, segundo ele, não tem sua participação, mas, poucos têm conhecimento destes acontecimentos. Outros responderam que utilizam para lazer, em finais de semana, estes afirmaram conhecer o espaço em outros horários, quando ocorrem as feiras.
Em um outro momento, no período noturno, acontecem alguns eventos que já estão no calendário semanal do Mercado Aberto, o principal e mais comentado por todos os entrevistados é o encontro de Motociclistas, que ocorre na quinta-feira de todas as semanas, exceto na segunda quinzena de dezembro em decorrência da feira que passa a funcionar à noite em decorrência das vendas para o natal, como relatou um dos entrevistados.
Nesse encontro notei a presença de um grande número de pessoas, por volta de 50, de vários lugares e cidades próximas, que freqüentam o espaço unicamente para lazer, “trocar uma idéia” na fala de muitos entrevistados. Quase todos aceitaram a minha solicitação para a entrevista, apenas um preferiu não fazer, alegando a ocorrência de problemas anteriores com este tipo de proposta.
A maioria dos entrevistados afirmou ter consciência do funcionamento em outros horários, mas em geral só freqüentam para lazer, no encontro semanal, período noturno. Em todas as falas era evidente a importância do espaço e do momento “um lugar para encontrar os amigos, muito especial” como afirmou um dos entrevistados.
Nas entrevistas era notório o conhecimento que os feirantes têm sobre o encontro de motociclistas, mas a maioria não tinha presenciado este momento, apenas uma afirmou, em conversa informal, que já participou somente por curiosidade, “ver como era”. Eles se mostraram muito interessados em assistirem as entrevistas feitas no encontro noturno, o que foi feito de forma satisfatória.
De posse de um note book e com as entrevistas gravadas pude chegar ao momento de culminância da proposta, que tinha como objetivo final o diálogo ou olhar dos sujeitos entrevistados para com as outras entrevistas feitas em horários diferenciados.   Uma das entrevistadas, afirmou que não se surpreendeu com as outras falas pois, “são pessoas normais”. Outros não se atentaram muito para as falas fixando olhar nas motocicletas, muito “massa”, na fala de um entrevistado, em conversa informal.
Sem a intenção de produzir uma montagem com os vídeos da entrevistas, o objetivo da proposta era justamente utilizar os vídeos como forma de provocar o olhar e atenção dos sujeitos envolvidos direta e indiretamente com o local pesquisado, o que ocorreu de forma satisfatória, considerando as diversas impossibilidades de estar no espaço em outros horários que alguns afirmaram da ocorrência de encontros de outras tribos e grupos, pela falta de tempo, o que possibilitará uma nova abordagem posterior para esta proposta.
Contudo, percebo que esta proposta se assemelhou muito com as intenções da tendência contemporânea do Multiculturalismo, mais precisamente na obra da Nan Goldin (1953) que utilizou a arte em um sentido mais documental ao captar imagens e momentos de personagem da cena underground, em registro de intensa sensibilidade, a semelhança que consigo visualizar é apenas na questão do registro, da parte documental. A questão de enfoque na “sensibilidade” dos sujeitos poderá ser mais um objeto para estudos e propostas futuras.


REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

GUIMARÃES, Leda Maria de Barros; OLIVEIRA, Ronaldo Alexandre de; JORDÃO, Paulo Veiga;  Licenciatura em artes visuais: módulo 7/ Ateliê de poéticas visuais contemporâneas / Estágio Supervisionado III. Universidade Federal de Goiás. Faculdade de Artes Visuais/Goiânia:Funape,2010.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

HIPERTEXTO

          De acordo com LEÃO, 2005, P 15, citada na Unidade 4 vemos que “o Hipertexto é um documento digital composto por diferentes blocos de informações interconectadas”.
          Na dica apresentada, o site www.fabiofon.com, pude perceber a incrível possibilidade de acesso a diversos textos e páginas relacionados às mesmas temáticas.
         É como se estivéssemos em um estudo direcionado com diversas bibliografias já escolhidas, com a diferença de os hyperlinks serem acessados com apenas um clique, sem mudar de site.
        No site indicado, a cada hyperlink clicado surgem novos links de possibilidades para outras páginas com artigos, textos e reflexões, tudo muito prático e de fácil acesso.


Proposta Web Arte

        Com este trabalho tentaremos "provocar" uma interatividade com o público alvo (estudantes, artistas, comunidade em geral) para usarem a estampa da camiseta, na primeira imagem, como espaço de divulgação, protesto, etc. Para tanto, os interessados deverão fotografar, digitar, criar e enviar o material para nosso e-mail.
        O trabalhos e fotografias serão expostos em nosso mural onde cada um poderá opinar sobre todos os trabalhos e recriá-los, dando novas sugestões e idéias. Se divirta! 

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

interatividade e criatividade????

       A web arte está repleta de opções e sugestões para provocar uma maior interatividade com os artistas/internaltas, muitos destes sites exigem mais do que uma simples participação manual, envolvem compartilhamento de fotos, textos e outros. De início, indico este site muito legal, mas já vou avisando, é mais simples do que aparenta ser (rsrsrs), quem sabe você será um daqueles que "perdem" horas criativamente, se divirta é só clicar...

Clique e faça sua arte

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Entrevista com o artista Vik Muniz

       Os trabalhos de caráter intervencionista de Land-Art e Intervenções Urbanas ainda são muito execultados. Um grande exemplo brasileiro é o fotógrafo Vik Muniz (1961), veja uma entrevista concedida pelo artista nesse vídeo...

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dica de site com trabalhos Artísticos

           Uma dica de site com exposições de diversos artistas em diversas formas expressivas. Tem a possibilidade de visualizar em boa qualidades os trabalhos artísticos. Olha esta captação que fiz, a imagem quase na tela inteira...


capturado em: 12/10/2010:   http://www.mathewmarks.com/

visita no museu virtual

imagem captada de meu passeio virtual

         Em uma visita pelos museus virtuais pude notar a extrema facilidade para encontrar diversos trabalhos e obras que sempre vemos e apreciamos através de sites, livros impressos e outros, com uma diferença, as obras estão expostas no próprio museu, mas virtual, muito bem produzido dá a possibilidade de um passeio através do mouse. Um exemplo é o famoso Louvre, se não podemos pessoalmente visitá-lo então vamos lá vitualmente...

Acesso em 12/10/2010  http://musee.louvre.fr/

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Trailer "Porta de Entrada"

Poema / Percurso


Percurso
Ao sair do lugar seguro
Deparo-me com o desconhecido
Não preocupo quando percebo
Que o lugar incerto já é bem conhecido
Nas ruas, nos muros, nos viadutos
Sempre me deparo com o novo
Mesmo que este já esteja envelhecido
As janelas do meu olhar sempre o refazem
Um novo olhar diante do já bem conhecido
O tempo não permite
A profunda apreciação
Mas não nos tira
O precioso flash da contemplação.
Os passos apressados
A corrida contra o tempo
Não percebem que este “inimigo”
É o precioso amigo do momento
As compras não param
O olhar apressado
O olhar apurado
Uma compra bem feita
Uma venda efetuada






quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Poética Visual

A imagem nos convida à uma reflexão:
 Que tipo de educação podemos esperar em famílias que não tem um diálogo aberto sobre temas essenciais como, a discriminação, valor ao próximo, preservação ambiental e outros. As novas formas contemporâneas de diálogo entre as famílias como, internet e telefone celudar substituem uma conversa pessoal?

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Por que o pragmatismo? Imaginando novas formas de ensino da arte

Por que o pragmatismo? Imaginando novas formas de ensino da arte

        De acordo com uma visão pragmatista para abordar os desafios da educação para o ensino de artes, percebe-se várias idéias que dão suporte para este ensino visuais. Ao questionarmos o instituído nos colocamos em uma posição ou olhar sem medo para as mudanças.
        Nessa perspectiva consideramos, em um primeiro momento, a impossibilidade da verdade que nos possibilita a aceitação de nós mesmos como construtores do discurso, sem ter uma verdade absoluta. Prosseguindo vemos o uso da dialética como forma de construção do conhecimento, que valoriza as formas menos usuais de expressão de conhecimento.
        Por fim a idéia da arte como experiência em uma visão deweyana que proporciona uma visão mais adequada para enquadrar os gostos e práticas culturais e a experiência estética dos envolvidos com o ensino da arte.
        A arte precisa deixar de ser concebida ou vista através de uma visão que a coloca em uma posição esotérica, ou seja, intocável, que considera os trabalhos artísticos como “obras”. Ela precisa ser reconhecida como relatos abertos à investigação, não é algo pronto e acabado. É um resumo de experiências que podem ter infinitas interpretações, compreendendo que a essência e o valor da arte está em sua atividade experimental.
        O reconhecimento da arte como relatos abertos pressupõe: a neutralidade elitista com uma experiência estética aceita pela maioria; contextualização histórica e cultural sem o isolamento de seus elementos e, por fim a compreensão nos termos de experiências de vida.
        As concepções estéticas nos possibilitam um estímulo para a restauração da continuidade entre as obras de arte e as experiências do cotidiano. Estas possibilidades aliadas com outros processos vitais trazem a ampliação do campo de estudo. Nesse sentido a cultura visual ganha espaço, considerando sua grande contribuição para as formas culturais que fazem parte da vida da maioria da população contemporânea.
        A visão pragmatista se coloca em um importante espaço para transformar a arte de forma a abrir caminho para a inclusão de novas formas de produção estética e promover uma agenda ética, social e política. Uma arte erudita, usada como instrumento legitimador de uma determinada classe e ideologia hegemônica, se abre para possibilidades de aplicações diferenciadas.
        Por fim, no diálogo com a arte popular, encontramos uma tentativa de rompimento entre a arte culta e a vida, o que resulta em certo fracasso ao olharmos as expressões artísticas populares como as de Picasso e Duchamp que abrem ainda mais a lacuna das diferenças entre o erudito e popular, reforçando o sentimento de ignorância e inferioridade da arte reconhecida como popular. Nesse sentido a estética pragmatista pode ajudar na transformação de nossa visão, quando induz nosso olhar para a experiência que envolve e estimula e não apenas no objeto.



Resumo - Unidade 1 – Questões Multiculturais para o ensino da arte – Modulo 07